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Nº de registos : 1311 ( 341 até 361 )
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25/8/1748

Na Capela do Santíssimo Sacramento da Igreja de Santa Maria da Devesa da nossa vila e na presença do Reverendo Vigário da Vara, foi eleita a Mesa da Confraria do Santíssimo Sacramento que ficou assim composta: reitor Bartolomeu Álvares da Santa; escrivão Padre João Batista Roxo e tesoureiro, João Gonçalves Matela.


16/9/1748

É nomeado Juiz de Fora de Castelo de Vide Pedro Pereira.


28/3/1749

Morre Manuel de Azevedo Fortes que fora um dos mais ilustres governadores militares de Castelo de Vide e a quem a vila ficou devendo muitos benefícios, entre os quais a colocação do célebre Arco da Aramenha, trazido da cidade de Ammaia.


2/11/1749

Em sua sessão ocupa-se a Câmara  da maneira como se havia o povo de desempenhar do cargo da edificação da nova Igreja de Santa Maria da Devesa, visto a primitiva ermida de 1311 ter sido mandada demolir pelo bispo da Diocese, devido ao seu completo estado de ruína.

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19/9/1750

Por provisão desta data, é autorizado a Luís de Sousa de Macedo Vidal, Barão da Ilha Grande, a dar de foro ao Padre Francisco Carrilho Gil umas casas na vila de Castelo de Vide.


14/6/1751

O conde da Atalaia, Governador das Armas da Província do Alentejo opõe-se à conclusão do convento para freiras que D. Mariana Eugénia de Mendonça Furtado iniciara e a que legara depois todos os seus bens.

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13/3/1752

O Conde de Azambuja, D. António Rolim de Moura, primeiro Capitão-General e Governador da Capitania de Mato Grosso, Brasil, lança os fundamentos de Vila Bela, depois residência dos governadores.

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19/4/1752

É mandada reconstruir a fonte de Pero Boi que era das mais antigas da vila e parece que a única de que se serviam os moradores do Castelo, e de cuja fundação é possivelmente coeva.

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22/7/1752

Por provisão desta data, é autorizado o Capitão-Mor João Carvalho Caldeira a dar de foro ao Dr. António José Abelho uma casa na Vila.

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25/3/1753

Volta a Câmara Municipal de Castelo de Vide a ocupar-se dos encargos tomados pela população do Concelho para a grandiosa obra da nova Igreja de Santa Maria da Devesa, Matriz da Vila.

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4/6/1753

Por alvará datado deste dia, é feita mercê ao Dr. Pedro Mendes Reboredo e Matos, da capela de Catarina Viegas, na vila de Castelo de Vide.


13/6/1753

António José Coelho, num curioso relato, curioso e interessante a vários títulos, conta-nos, num pequeno opúsculo, alguns singulares acontecimentos que neste dia se deram em Castelo de Vide e em outras localidades da região.

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10/5/1754

O Padre João Baptista Ayres  (ou João Ayres Baptista), natural de Castelo de Vide, Vigário da Matriz, bacharel pela Universidade de Coimbra, recebe o cargo de Comissário do Santo Ofício.

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7/9/1755

Diogo de Barros Castelo Branco de Matos, irmão de Mariana Eugénia de Mendonça Furtado que edificava um convento no castelo, apresenta à Câmara de Castelo de Vide a carta que lhe enviara o Governador das Armas da Província do Alentejo, embargando as obras.

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1/11/1755

O grande terramoto que neste dia arrasou a cidade de Lisboa, também em Castelo de Vide, como por todo o país, foi violentamente sentido, embora sem a gravidade com que atingiu a capital. Houve importantes estragos nos edifícios, mas não se conhecem notícias quanto a desastres pessoais.

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2/4/1756

O Provedor da Comarca de Castelo de Vide apresenta à Câmara o aviso régio, expedido pelo Secretário de Estado Mendonça Furtado, que mandava sustar todas as resoluções tomadas pela vereação, em 21 de Fevereiro de 1761, acerca dos "bens de São Domingos".

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7/2/1758

Bartolomeu Álvares da Santa, natural de Portalegre, mas residente em Castelo de Vide, onde auferiu os bens que constituíam a sua avultada fortuna, faz nesta data o seu testamento, que o tornou benemérito da vila.

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13/5/1758

Gaspar da Silveira do Crato Aguiar e sua mulher, Catarina Mousinho da Silveira de Albuquerque Aguiar, tia segunda de Mousinho, ambos naturais e residentes em Castelo de Vide, fazem testamento. Dos seus bens consta a Herdade da Silveira.

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18/5/1758

É desta data um interessante documento assinado pelo Vigário de Santa Maria da Devesa, Matriz da vila de Castelo de Vide, Rev.º Padre João Aires Baptista que, como todos os párocos do reino faz uma descrição de toda a freguesia que lhe estava confiada.

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4/12/1758

Morre Bartolomeu Álvares da Santa, natural de Portalegre (1680),  mas residente em Castelo de Vide. Legou bens a várias instituições de Castelo de Vide: Confraria do Coração de Jesus, Ordem Terceira da Penitência e Misericórdia, o que motivou ser dado o seu nome à principal artéria da vila moderna, a Carreira de Cima. Era viúvo de Francisca Tavares.






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