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14/1/1128

Pelo Papa Honório II é confirmada a existência da Ordem dos Templários, fundada em 1118 pelos Cruzados de Jerusalém perante o túmulo de Cristo. Tornou-se poderosíssima e prestou à causa da Igreja serviços extraordinários. Na Península, onde já estava instalada antes da fundação do reino de Portugal, ajudou à reconquista.

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12/10/1271

D. Afonso III faz doação dos Castelos de Marvão, Portalegre e Arronches, com suas vilas e termos, e da vila de "Castelo de Vide", ainda pertencente ao Concelho de Marvão. Castelo de Vide, diz Rui de Pina, era ainda, "lugar entam mais cham que forte".

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25/5/1273

Carta de doação de Vide (hoje Castelo de Vide) ao Infante D. Afonso por El-Rei D. Afonso III. O documento é datado de Lisboa oito dias antes das calendas de Junho da Era de César, 1311.


26/5/1273

Confirmação da "Carta donationis de Vide", do Rei D. Afonso III ao Infante D. Afonso, feita na véspera, 25 de Maio.


24/4/1281

O rei D. Dinis, alojado em Castelo de Vide, faz nesta mesma data, "propter nupcias", uma doação a sua mulher D. Isabel de Aragão, que viria a ficar na nossa história e na da Igreja como Santa Isabel de Portugal, assinando-lhe arras por segurança, entre outras, do Castelo de Sintra.

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8/2/1282

O Infante D. Afonso, filho de D. Afonso III, compromete-se com seu irmão o rei D. Dinis a não continuar a levantar os muros da Vila de Vide. O  Compromisso é datado de Arronches e nele se lê que se comprometia a "derribar desde o dia de Páscoa até ao dia de Pentecostes primeiro que vem, tudo aquilo que de novo foi feito na torre de Vide, e no muro desse lugar".

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13/12/1287

O infante D. Afonso, irmão do Rei D. Dinis, compromete-se por carta passada em Badajoz nesta data, a reconhecer por si e seus alcaides-mores homenagem nos seus castelos de Portalegre e de Marvão, a cujo concelho pertencia então a "Vila Davide" (origem de Castelo de Vide), até à troca com Sintra e Ourém concertada pelas pazes feitas pouco antes por interferência dos prelados e nobres do reino e da Rainha D. Isabel, a que seria a Santa Isabel de Portugal.

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14/1/1288

Marvão, de cujo concelho ainda fazia parte a vila de Vide, origem de Castelo de Vide, presta neste dia, por carta firmada pelo Alcaide-Mor Gomes Pais Bugalho, em nome do Infante D. Afonso irmão de El-Rei, homenagem a D. Dinis, mercê da paz contratada entre os dois irmãos, após luta pelas armas dirimida na nesta região. Castelo de Vide gozou depois sempre da honra de vila realenga.

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7/5/1288

O Alcaide-mor de Marvão, Esteva Pires Abelhão, em nome do Infante D. Afonso, irmão do Rei, presta homenagem a D. Dinis, conforme fora tratado entre os dois irmãos.

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15/5/1299

O Rei D. Dinis confirma nesta data a Castelo de Vide o foral que a vila já tinha e lhe fora dado por Pedro Anes.


1/7/1300

Assinado o documento por D. Dinis e por seu irmão, o Infante D. Afonso, sobre a troca dos castelos, e suas vilas e termos, de Marvão, Portalegre e Arronches, incluindo a vila de Vide, pelas de Sintra, Ourém e outros lugares chãos.

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4/7/1336

Não muito longe de Castelo de Vide, em Estremoz, no Castelo daquela vila, hoje cidade, falecia nesta data Isabel de Portugal, mulher do Rei D. Dinis, a Rainha Santa.

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23/7/1348

O Infante D. Afonso, filho de D. Afonso III, aforou aos moradores das Meadas o Reguengo existente, para o povoarem. Esse lugar das Meadas e o Reguengo vieram a integrar o concelho de Póvoa e Meadas que foi anexado em 1836 ao de Castelo de Vide.

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27/4/1354

É desta data o compromisso entre as vilas de Portalegre e Castelo de Vide, para que os moradores de ambas possam usar das pastagens e águas dos seus termos.


31/3/1371

Ajusta-se em Alcoutim a paz entre Henrique de Castela e Fernando de Portugal, o que trouxe alguma tranquilidade a esta região fronteiriça do Alentejo, que desde 1369 tão prejudicada foi pela guerra na sua vida agrícola.

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8/3/1373

O Rei D. Fernando, por carta régia desta data, trata de segurar a jurisdição da Ordem de Cristo sobre as terras que pertenciam a essa Ordem e entre as quais figura Castelo de Vide.

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19/8/1373

D. Afonso IV concede a Giral Grifalho terreno para coutar, junto da Quinta do Azinhal, onde levantara casa. Esta propriedade, chamada Torre do Azinhal, por umas ruínas de uma torre anterior à dominação árabe, foi em 1472 comprada pela Câmara Municipal.

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13/8/1385

Chegam a Aljubarrota os exércitos, de D . João I de Portugal e de D. João I de Castela. Á noite moços da Ala dos Namorados fazem votos de bravura. O mais célebre foi de Gonçalo Eanes, de Castelo de Vide, que jurou desferir o primeiro golpe no inimigo.

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14/8/1385

Cobre-se de glória o castelovidense, Gonçalo Eanes de Abreu, em Aljubarrota, cumprindo o voto que fizera de desferir o primeiro golpe nos castelhanos. É uma das mais gentis figuras da "Ala dos Namorados" e símbolo da intrepidez cavalheiresca.

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15/5/1400

Realiza-se na Escusa um acordo com o vizinho concelho de Marvão, sobre pastos comuns para os gados dos dois concelhos, Castelo de Vide e Marvão. Castelo de Vide tinha acordos semelhantes com os concelhos de Portalegre e da Póvoa.






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