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Nº de registos : 1311 ( 281 até 301 )
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15/11/1710

O ilustre Governador da Praça de Castelo de Vide, Manuel de Azevedo Fortes, coronel de Infantaria do Partido da Corte, certifica que, tendo sido encarregado por D. João V da reedificação desta praça de guerra, se valeu de um portado de cantaria grossa e fortíssimo que ficou inteiro entre as ruínas de Medobriga - "Arco de Aramenha" - oferecido por Luiz Freire da Fonseca Coutinho, poupando-se assim a Fazenda Nacional "só no arco e no lavrar das pedras", mais de 200$000 réis.


30/4/1711

É nomeado para ocupar o cargo de juiz de fora na vila de Castelo de Vide, como consta da carta régia desta data, assinada por D. João V, o ilustre José da Silveira Torres.


20/8/1711

O Rei D. João V, por alvará desta data, proíbe que nas novas Casas da Câmara de Castelo de Vide, há pouco reedificadas, residam os Juízes de Fora.

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10/10/1711

El-Rei D. João V, por carta régia possivelmente sugerida pelo notável governador da praça Azevedo Fortes, agradece a Castelo de Vide os serviços prestados na meritória obra de fortificação da vila.

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1/1/1712

A Câmara Municipal manda aplicar durante seis anos os dois reais impostos na carne e no vinho, e cujo produto se destinara a reparar e alargar os quartéis da vila e ao complemento das suas muralhas da praça, que haviam sido dadas como concluídas praticamente no ano anterior.

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3/1/1712

É desta data o auto de avaliação de várias casas que têm de ser demolidas para se continuarem as obras de fortificação da vila de Castelo de Vide.


16/3/1712

É nomeado vigário da Igreja de Santa Maria da Devesa, Matriz de Castelo de Vide, o Padre Miguel Barrento.


9/5/1712

Brites da Cruz de Matos, natural desta vila de Castelo de Vide, institui em seu testamento mais um beneficiado na Colegiada do Espírito Santo desta vila, que fora fundada por Manuel Carrilho de Matos a 12 de Abril de 1705.


30/1/1713

Por alvará desta data é feita a mercê a Mateus Caldeira Castelo Branco do ofício de meirinho em Castelo de Vide.

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22/7/1713

Discussão sobre os “bens de S. Domingos", da Albergaria, entre Francisco de Barros Castelo Branco, filho de Luís de Barros, que já os possuira, e Manuel Carrilho de Sequeira. Venceu o primeiro, depois da prisão dos vereadores e do caso subir à Relação.

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4/6/1714

Diogo de Barros Castelo Branco é nomeado Juiz da Alfândega de Castelo de Vide.

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3/10/1714

Recebe a mercê do ofício de Tabelião do Judicial da vila de Castelo de Vide, Manuel Valério Leitão.

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15/11/1714

Mateus Caldeira Castelo Branco é nomeado, por carta régia desta data, Meirinho de Castelo de Vide.


22/3/1715

Vem ocupar o cargo de Juiz de Fora de Castelo de Vide, por nomeação régia, Braz Pires de Carvalho.


9/3/1716

É concedido o cargo de revedor e qualificador do Santo Ofício a Frei Francisco de Castelo de Vide, mestre de teologia e guardião do convento da Piedade de Vila Viçosa, filho de Manuel Dias Antunes, de Alpedrinha, e de Leonor Afonso, de Castelo de Vide, neto paterno de Braz Antunes (por alcunha o da “mal casada”), natural da Póvoa da Galaia (Castelo Novo) e materno de Manuel Dias Saudo e de Isabel Colza, ambas desta vila e aqui moradores.


16/2/1718

Autorizada a Câmara de Castelo de Vide a erigir um recolhimento para donzelas e mulheres honestas (Livro 51, folha 257, da Chancelaria de D. João V). Certamente não chegou a fundar-se e não pode confundir-se com o instituído por Cipriana de Torres.

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23/9/1719

É nomeado para o cargo de Engenheiro-Mor do Reino o coronel Manuel de Azevedo Fortes, notável engenheiro militar e técnico de reconhecido valor. Foi Governador da praça de Castelo de Vide onde deixou memória assinalada pela sua alta competência.

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12/10/1719

Por alvará, Manuel da Costa, sargento-mor, é investido na administração da capela, que na Igreja de Santa Maria, de Castelo de Vide, instituiu o Padre Diogo Tarouca, e ainda na administração de uma fazenda denominada "Tapada da Fonte de Trinchou".

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6/12/1719

Por provisão desta data, autoriza-se o Padre Manuel Dias Taleigo a poder sub-rogar o quinhão de umas casas na vila, pertencentes à capela instituída pelo Dr. Paulo Nogueira Abelho, por um olival no sítio da Pinela, no termo de Castelo de Vide.


16/11/1720

É nomeado por El-Rei para o cargo de Escrivão da Alfândega de Castelo de Vide, João Torquato da Silva.

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