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Nº de registos : 1311 ( 261 até 281 )
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25/8/1693

Ao Capitão Baltasar Mousinho Vidal, natural de Castelo de Vide, é concedida a Carta de Familiar do Santo Ofício. Era filho de Martim Vaz Vidal e de Leonor Gonçalves, neto paterno de Pedro Gonçalves Cáceres e de Maria Vaz Barba, e materno de João Frade e de Isabel Fernandes.

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8/8/1694

É concedida a Carta de Familiar do Santo Ofício a António Rodrigues Mousinho, de Castelo de Vide, filho do Capitão João Rodrigues Mousinho e de Isabel de Matos, neto paterno de António Rodrigues Mousinho e de Catarina Covilhã, e materno do Capitão Belchior Costa Coelho e de Mariana de Matos, todos desta vila.

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25/4/1699

Por alvará é satisfeita uma reclamação apresentada pelos artífices da indústria de lanifícios de Castelo de Vide. São isentos do exame, e respectiva carta, exigidos pelo regimento da indústria publicado em 1690, os trapeiros e fabricantes da vila.

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1/10/1700

António Rodrigues Figueira, de Castelo de Vide, institui a Confraria de Nossa Senhora do Rosário, na Igreja Matriz, com o encargo anual de três dotes, de vinte mil réis, a orfãos pobres que casem no dia da festa de Nossa Senhora do Rosário.

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9/8/1701

Por testamento desta data, Sebastião Fernandes Ramillo e sua mulher Ana Vaz Barba instituem a Capela de Santo António da Ribeira, extra muros da vila, que ficou a ser administrada pela Confraria do Santíssimo Sacramento da Matriz, com o encargo de meio anal de missas, pela esmola de vinte e cinco reis.

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27/5/1702

Resolve a Câmara de Castelo de Vide que nesse ano se fizesse a festa de São João com o seu "Alferes de Bandeira", cargo ao tempo inerente ao vereador mais novo, que recebia 20$000 réis.

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16/8/1702

O Dr. Manuel Carrilho de Matos requer à Câmara Municipal de Castelo de Vide terreno para um recolhimento. Foi-lhe concedido junto à Igreja do Espírito Santo (demolida em 1893), mas não o chegou a fundar. Já não o terá conseguido, pois faleceu em 1706.

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30/8/1702

O Juiz de Fora de Castelo de Vide pede autorização para levantar dinheiro a juro para tratar de concertar e emendar as novas Casas da Câmara (de 1692), com a garantia das ervagens pendentes.

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24/12/1702

A Câmara de Castelo de Vide nomeia mamposteiro para o Convento de Nossa Senhora da Vitória, que tinha e mantinha um Hospital, o que prova que ainda nessa época o convento existia.

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30/4/1704

Filipe V de Espanha declara guerra a Portugal, que tomara partido, depois de o ter apoiado a ele, pelo pretendente D. Carlos, que em Inglaterra patrocinava para contrariar a França de Luís XIV.

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25/7/1704

O fraco governador da praça de Castelo de Vide, Pantaleão Pais de Sá, entrega-a aos exércitos de Filipe V de Espanha depois de uns dias de sítio, mas contra a vontade da população.

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4/9/1704

Morre Manuel Carrilho de Sequeira, vigário de Castelo de Vide durante 35 anos, da família do Dr. João Diogo Sequeira Sameiro. Então não estava no distrito da sua igreja, mas foi sepultado na capela-mor da Igreja de Santa Maria da Devesa.

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31/12/1704

É morto pelos espanhóis, que ocupavam a Vila de Castelo de Vide  desde 25 de Julho, o capitão Francisco Ribeiro de Azevedo. A certidão de óbito passa a o Vigário de Santa Maria da Devesa, Dr. Manuel Carrilho de Sequeira.

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12/4/1705

O Dr. Manuel Carrilho de Matos, natural de Castelo de Vide, faz em Portalegre o seu testamento, instituindo a importante Colegiada do Espírito Santo na vila de Castelo de Vide, com seis beneficiados e um tesoureiro.

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26/6/1705

D. Catarina de Bragança, viúva do Rei Carlos II de Inglaterra, regente de Portugal em nome de seu irmão D.Pedro II, confere várias mercês ao ilustre castelovidense Manuel de Carvalho, capitão de Infantaria.

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30/8/1706

Faleceu o Dr. Manuel Carrilho de Matos, natural de Castelo de Vide, Abade do Castelo de Neiva, que havia instituído uma colegiada na Igreja do Espírito Santo, nesta vila, templo situado onde é hoje o Parque João José da Luz e que foi demolido em 1893.


10/4/1708

Manuel Dias de Lima é nomeado, por carta régia desta data, Juiz de Fora de Castelo de Vide.


22/4/1709

É apresentado como vigário de Santa Maria da Devesa da vila de Castelo de Vide, por carta régia desta data, o Padre Manuel Quaresma.


16/9/1709

Por alvará desta data, é feita a mercê, a Isabel Mendes Carrilho dos ofícios de feitor e recebedor da Alfândega da vila de Castelo de Vide.


15/3/1710

Pantaleão da Costa é nomeado, por carta régia desta data, escrivão da Alfândega da Vila de Castelo de Vide.

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