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Nº de registos : 1311 ( 541 até 561 )
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23/12/1823

É nomeado Prior da Igreja de São Tiago Maior da vila de Castelo de Vide o Padre José Estaço Morato.

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18/3/1824

Por sentença desta data é demitido do seu posto de tenente-General Jorge de Avilez Juzarte de Sousa Tavares, futuro Conde de Avilez, e condenado a um ano de prisão na praça de Castelo de Vide.

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30/4/1824

É preso José Xavier Mousinho da Silveira por causa das suas ideias políticas e devido ao movimento a "Abrilada". Pouco depois foi solto em consequência do malogro desse movimento, de que resultou a saída do Infante D. Miguel  para fora do Reino por ordem de seu pai.

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28/2/1825

Joaquim José de Sousa Lobato é nomeado Alcaide-mor de Castelo de Vide.


19/5/1825

Recebe o posto de 2º Comandante do Exército do Sul do Brasil e de Comandante da Praça de Montevideu o Tenente-General Francisco de Paula Maggessi, ilustre filho de Castelo de Vide, irmão do tão conhecido General António Tavares Maggessi, defensor leal da legitimidade dinástica de D. Miguel.

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18/7/1825

É eleito Padre Mestre pela Mesa Definitiva do Real Mosteiro de Alcobaça Frei José Godinho Juzarte de Sequeira Sameiro, distinto filho de Castelo de Vide. Recebera no mês anterior as últimas ordens de presbítero, residindo ao tempo no Mosteiro de Santa Maria de Salzedas.

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8/8/1825

José Xavier Mousinho da Silveira, filho ilustre de Castelo de Vide e figura máxima do liberalismo em Portugal, é agraciado com o foro de fidalgo cavaleiro pelo Rei D. João VI a quem servira como ministro.

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29/8/1825

Por provisão desta data, é confirmado o cargo de cirurgião na vila de Castelo de Vide António Pedro Nazareth.

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12/11/1825

Cria-se a Junta destinada a organizar um regimento para a direcção e governo da Alfândega de Lisboa, com o fim de simplificar o sistema de arrecadação dos direitos a cobrar. Mousinho da Silveira faz parte dessa Junta e desenvolve grande actividade e saber.


18/11/1825

Por carta do Imperador D. Pedro I do Brasil, foi nomeado para o cargo de Presidente e Comandante das Armas da Província de Cisplatina o castelovidense Francisco de Paula Maggessi.

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15/2/1826

D. João VI confirma o alvará de 24 de Março de 1825, conferindo a sobrevivência na administração vitalícia de uma capela instituída por Ana Fernandes, a Brites Mariana e Joana Rita, filhas de Ana Josefa Tavares Maggessi, viúva de Tomás Maggessi

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25/3/1826

Francisco de Paula Maggessi, Marechal de Campo, Comandante do Exército do Sul do Brasil, Grã-Cruz da Imperial Ordem de Cristo e da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa de Portugal, é agraciado com o título de barão de Vila Bela.

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5/8/1826

O governo liberal da regência da Infanta D. Isabel Maria extingue o Regimento de Infantaria nº 17, de Elvas, que se revoltara às ordens de António Tavares Maggessi, no dia 2, com parte da Cavalaria nº 2 de Vila Viçosa e alguns voluntários.

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22/9/1826

Os chefes militares que se haviam revoltado a 2 de Agosto, às ordens do General Maggessi, e estavam internados em Espanha, constituindo a Divisão Realista do Alentejo, fazem juramento colectivo de fidelidade a D. Miguel e reduzem-no a auto.

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24/9/1826

O General Maggessi envia a D. Miguel o Auto de Fidelidade que em Vila Nueva de la Serena, Espanha, os oficiais da Divisão Realista do Alentejo, do seu comando, que se encontrava ali refugiada desde 2 de Agosto, haviam assinado.

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6/11/1826

Mousinho da Silveira presta juramento como deputado no primeiro parlamento depois da outorga da Carta Constitucional (de 29 de Abril de 1826).

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26/11/1826

António Tavares Maggessi, à frente da "Divisão Realista do Alentejo" que organizara em Vila Nova de la Serena, Espanha, com as tropas que o haviam acompanhado quando se sublevara contra a Carta Constitucional, em Agosto desse ano, e com outros elementos que se lhe foram juntar, entra em Vila Viçosa aprisionando vários núcleos militares e proclamando-se a favor da legitimidade de D. Miguel.

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9/1/1827

As tropas do governo da Regência da Infanta D. Isabel Maria, em nome de seu irmão D. Pedro, sob o comando do Conde de Vila-Flor, mais tarde Duque da Terceira, batem em Coruche as forças legitimistas vindas de Espanha.

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13/3/1827

Por sentença da Relação de Lisboa, é absolvido da acusação de crime de conspiração contra a "Carta" o Barão da Portela, António José Doutel, que viria a ser no reinado de D. Miguel governador militar de Castelo de Vide e tenaz defensor da legitimidade dinástica do filho segundo do Rei D. João VI.

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20/7/1827

O nosso distinto conterrâneo José Xavier Mousinho da Silveira oferece à Alfândega Grande do Açúcar de Lisboa um guindaste à custa dos seus honorários de deputado.

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