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Nº de registos : 1311 ( 621 até 641 )
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8/7/1833

Em plenas lutas entre Miguelistas e Liberais, estava-se dando nesta altura o cerco à vila de Marvão, e neste dia, em Castelo de Vide, desapareceram todos quantos tinham pegado em armas pelos liberais, tanto os religiosos do Convento de São Francisco desta vila, como pessoas seculares.

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9/7/1833

Num relato antigo lê-se: "às 9 horas da manhã foi o povo desta vila convocado a toque de caixa; poucas pessoas apareceram e depois repicaram todos os sinos das igrejas sem razão alguma; às 4 horas da tarde chegaram dois oficiais de milícias que estavam nesta terra desligados de partidos e degradados aqui; foram logo presos e enviados no dia seguinte para Portalegre."


10/7/1833

Entra em Castelo de Vide o General Maggessi com 3000 homens, que se batia pela causa de D. Miguel. Foram presos elementos liberais, que haviam aclamado a Rainha D. Maria II no dia 4, aclamação que ficou nula, porque dia 8 foi aclamado de novo D. Miguel.

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11/7/1833

As autoridades de Castelo de Vide passam revista ao Convento de São Francisco, donde os frades que haviam levantado voz e pegado em armas pelos adeptos do liberalismo, se haviam ausentado para Espanha. O convento estava então completamente abandonado.


14/7/1833

É fuzilado neste dia em Castelo de Vide o Padre Cáceres, natural de Alegrete e pároco em Arronches. Foi fuzilado no Rossio por um destacamento da guarnição da Praça. Andava sublevando o povo a favor da causa liberal.

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15/7/1833

Em dados períodos das lutas entre Miguelistas e Liberais quase todos os dias em Castelo de Vide se davam grandes ou pequenos acontecimentos que na vila eram notícia. nesta segunda-feira retira de Castelo de Vide o Brigadeiro Raimundo, levando em sua companhia oito presos e o Capitão José Pedro da Cruz, presos esses que foram libertados quando os liberais entraram e tomaram Marvão, onde eles estavam.


17/7/1833

São presos neste dia, por se terem manifestado ostensivamente na aclamação de D. Maria II que ficou nula por o povo se ter armado e levantado aclamando de novo o Senhor D. Miguel, António Xavier de Basto Pimenta e o Dr. João Diogo Juzarte de Sequeira Sameiro.

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19/7/1833

Deixa Castelo de Vide o resto da força militar que estava nesta vila por causa das lutas civis. Foi o evento que na terra marcou este dia, naquele agitado período.

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21/7/1833

Pelas três horas da tarde deste dia, com as guerras liberais, é chamado o povo a juntar se, a  “toque de caixa", e por suspeita foram presos no campo dois segadores que pouco depois eram postos em liberdade, tudo sossegando.

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23/7/1833

Por virtude das lutas civis que havia anos ensanguentavam e arruinavam o País, começa a fazer-se o sequestro de algumas famílias de Castelo de Vide.

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26/7/1833

Por causa das lutas civis que traziam o País desorganizado, deixa de haver correio em Castelo de Vide, situação que se prolongou até ao ano seguinte.


29/7/1833

Causou sensação em Castelo de Vide a chegada de um miliciano de nome Marchão que contava ter visto a entrada dos liberais em Lisboa. A notícia era verdadeira.


3/10/1833

Castelo de Vide recebe a visita do Marechal Bourmont, General em Chefe dos Exércitos de D. Miguel, que se fazia acompanhar de vários oficiais superiores. Vinha receber aqui D. Carlos, pretendente ao trono de Espanha, que chegaria no dia seguinte.


4/10/1833

D. Carlos de Bourbon, pretendente ao trono de Espanha, então em Portugal, chega a Castelo de Vide, onde é recebido com todas as honras e repiques de sinos. Nos Paços do Concelho deu “beija-mão” e visitou a Igreja Matriz e o Castelo.

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3/11/1833

D. Carlos, pretendente ao trono de Espanha, que teve sempre bom acolhimento em Portugal durante o reinado de D. Miguel, chega a Castelo Branco, onde era Governador o castelovidense General António Tavares Maggessi, e onde foi bem recebido.

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10/11/1833

As autoridades militares de Castelo de Vide fazem com que 26 mancebos em idade militar se incorporem nas forças de El-Rei D. Miguel, indo a maior parte servir em Portalegre.

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12/12/1833

Diversos elementos de Castelo de Vide dão um assalto a Marvão, por causa das lutas civis que traziam o País dividido, uns batendo-se pela causa da legitimidade dinástica de D. Miguel e pela manutenção do antigo regime, outros defensores das ideias liberais, por que se batia D. Pedro, que abdicara a coroa de Portugal em sua filha D. Maria da Glória, e a do Brasil em seu filho D. Pedro II.


23/12/1833

A Praça de Marvão, que havia caído em poder da Legião Patriótica do Alentejo, vinda de Espanha, é cercada por forças miguelistas apoiadas em Castelo de Vide e Portalegre.

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29/12/1833

A praça de Marvão, em poder dos liberais, estava cercada por fortes tropas legitimistas. Os sitiados faziam várias sortidas, e neste dia realizam uma contra Castelo de Vide, onde conseguem entrar a fazer alguns prisioneiros.

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18/1/1834

Recebe o governo liberal, e transmite-as a Saldanha, notícias completas acerca da tomada de Marvão pela Legião Patriótica Alentejana, formada por emigrantes pedristas e espanhóis em São Vicente, Espanha, comandados por José de Abreu e Roxo da Fonseca, de Castelo de Vide.

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