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Nº de registos : 1311 ( 721 até 741 )
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22/8/1865

Procede-se à arrematação em hasta pública, autorizada por carta régia de 28 de Julho desse mesmo ano, duma cruz paroquial de prata da Igreja de Santiago desta vila de Castelo de Vide, a fim de com o dinheiro da venda ser reedificada a torre da igreja.

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11/11/1865

Frei José Godinho Juzarte de Sequeira Sameiro, irmão do benemérito instituidor do Asilo de Cegos de Nossa Senhora da Esperança e seu administrador por vontade de seu falecido irmão, compra nesta data parte do Convento de S. Francisco com o fim de ali instalar o asilo, que ainda estava nas casas da Rua de Santo Amaro cedidas pela Misericórdia.

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26/11/1865

Receberam aprovação oficial os Estatutos que, assinados pelo seu instituidor, João Diogo Juzarte de Sequeira Sameiro, em 25 de Março desse mesmo ano, haviam de reger o Asilo para Cegos de Castelo de Vide e que foi um dos primeiros instituídos em Portugal.

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31/1/1866

É proposta uma acção cominatória pelo Duque de Loulé contra os lavradores de Póvoa e Meadas que se recusavam a reconhecê-lo como senhor pleno das terras que estavam no costume lavrar.

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6/2/1866

Manuel Caetano de Barros compra à Fazenda Nacional uma parte do extinto Convento de São Francisco desta vila, impedindo assim, certamente por motivos pessoais, que Frei José Godinho Juzarte de Sequeira Sameiro, que adquirira já outra parte, ali instalasse desde logo o asilo para cegos, que seu irmão João Diogo instituira em Castelo de Vide e que, por sua morte, o encarregara de gerir.

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6/3/1866

O Administrador do Concelho de Castelo de Vide vai à Póvoa e Meadas, acompanhado da força armada, impor aos lavradores os direitos do duque de Loulé que haviam desprezado.

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8/4/1866

Andava acesa a questão entre os lavradores de Póvoa e Meadas e o donatário Duque de Loulé, representado pelo seu feitor Rafael José da Cunha.

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8/8/1866

Publica o Dr. José Domingos Ruivo Godinho, preso em Portalegre por causa da célebre questão que levantara contra o senhorio de Póvoa e Meadas da Casa Loulé, um opúsculo acerca dessa decantada questão.

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30/8/1866

Firmados por Alexandre Nunes de Carvalho e Sequeira, António Carlos de Farinha Pereira e César Augusto de Faria Videira, tem a curiosa "Associação dos Amigos do Estudo de Castelo de Vide", recentemente formada, os seus primeiros estatutos.

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25/10/1866

Por decreto desta data são aprovados os estatutos do Asilo para Cegos de Nossa Senhora da Esperança, de Castelo de Vide, fundado pelo benemérito castelovidense ilustre João Diogo Juzarte de Sequeira Sameiro.

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20/11/1866

Por carta régia desta data, são aprovados os Estatutos do asilo para cegos, que a 20 de Julho de 1863, ainda em vida do instituidor, João Diogo Juzarte de Sequeira Sameiro, se fundou nesta vila de Castelo de Vide, sob a invocação de Nossa Senhora da Esperança.

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2/12/1866

Toma posse do lugar de Lente Catedrático da Universidade de Coimbra o Dr. José Frederico Laranjo.

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1/4/1867

De Francoforte sobre o Meno, onde residia, envia D. Teresa Guilhermina Mousinho da Silveira, viúva de Mousinho da Silveira, procuração a José Pedro Barata, para proceder à venda da herdade do Pereiro, termo de Marvão.

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1/6/1867

A Junta de Paróquia de Stª Maria de Castelo de Vide pediu ao Governo e à Bula da Cruzada, auxílio para a construção do retábulo da capela-mor da Igreja Matriz da vila. Foi atendido.

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27/9/1867

D. Luís I confere a Comenda da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo a Frei José Godinho Juzarte de Sequeira Sameiro, de Castelo de Vide, por seus merecimentos e obra realizada no asilo para cegos, instituído por seu irmão, João Diogo de Sequeira Sameiro.

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20/10/1867

Castelo de Vide recebe a visita do visconde de Ribamar que depois de visitar os principais lugares da vila, esteve no Asilo de Nossa Senhora da Esperança, que percorreu enlevado na modelar obra de assistência, única no País.

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22/10/1867

O Governo condecora com a Comenda da Ordem Militar do Nosso Senhor Jesus Cristo, José Godinho Juzarte de Sequeira Sameiro, irmão do benemérito instituidor do Asilo para Cegos de Castelo de Vide e seu administrador, pelos serviços prestados à instituição e aos seus fins.


22/10/1867

Transfere-se o Asilo para Cegos de Nossa Senhora da Esperança, desta vila, das antigas casas da Misericórdia, na Rua de Santo Amaro, para o edifício reconstruído do Convento de São Francisco.

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5/3/1868

É extinta a importante colegiada do Espírito Santo da vila de Castelo de Vide. Fora fundada no ano de 1705 pelo Dr. Manuel Carrilho de Matos, de Castelo de Vide, com seis beneficiados e um tesoureiro.

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27/6/1868

Por acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, é confirmada a sentença favorável ao Asilo de Nossa Senhora da Esperança, no célebre pleito intentado pelos herdeiros do instituidor, Dr. João Diogo Juzarte de Sequeira Sameiro. Houve recurso de revista, e o caso não estava liquidado. Ainda se arrastou por largo tempo.

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