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Nº de registos : 1311 ( 441 até 461 )
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30/6/1804

O vigário da Igreja de Santa Maria da Devesa (em reedificação) reúne-se com a Vereação da Câmara de Castelo de Vide, a fim de procurar solução para prosseguimento rápido das obras, pois a Igreja do Espírito Santo que provisoriamente vinha servindo de Matriz, ficava fora das muralhas e era pequena para o número de fiéis.

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22/9/1804

É nomeado Juiz da Alfândega da nossa vila, Manuel de Barros Castelo Branco.


26/7/1805

D. Maria I concede por alvará desta data a Ana Josefa Tavares, viúva do capitão Tomás Frederico Maggessi, e por ter ficado em precárias circunstâncias, com duas filhas donzelas, a administração vitalícia de uma capela instituída por Ana Fernandes, na vila de Castelo de Vide, da qual fora o último administrador o Padre Gregório Xavier da Cruz.

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10/8/1805

Em Castelo de Vide o Juiz de Fora, a Câmara e o Povo, representam ao Desembargo do Paço, no sentido de neste dia do ano em que se realizava a feira anual da Vila, a feira de S. Lourenço, houvesse “para gados e fazendas, uma feira franca”.

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27/9/1805

Foi publicada a lei pela qual Castelo de Vide deixava de ser considerada praça de guerra.

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4/11/1805

Atinge o posto de tenente-coronel Francisco de Paula Maggessi, de Castelo de Vide. É então que parte para o Rio de Janeiro com a Corte de Portugal e aí fica, sendo marechal de campo em 1815, além de outras distinções que recebeu.

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23/11/1805

Pede a Câmara de Castelo de Vide para entrar na posse dos "fossos", terrenos exteriores e contíguos às muralhas, visto desde Setembro desse ano a vila ter deixado de ser considerada praça de guerra, não havendo, portanto, governador a quem o desfrute dos fossos competia.

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19/5/1806

É desta data o decreto de D. João, Príncipe Regente e futuro Rei D. João VI, que reorganiza o Exército. Fica constituído por divisões e brigadas, e são numerados os regimentos, cabendo ao de Infantaria de Castelo de Vide o número 8, que fica integrado na Divisão do Sul.

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17/10/1806

Por certidão passada pelo desembargador António Xavier da Costa Sameiro, ilustre castelovidense e alta figura da corte, são enaltecidos os méritos de José Xavier Mousinho da Silveira que, havia pouco, fora admitido à leitura do Desembargo do Paço.


10/11/1806

Por carta régia, firmada por D. Maria I, sendo regente o príncipe D. João, é feita a mercê da administração vitalícia de uma capela nesta vila, a Ana Josefa Tavares Maggessi, que foi casada com Tomás Frederico Maggessi, o fundador desta família em Portugal.


19/11/1806

O desembargador Miguel Pereira de Barros certifica o bom procedimento, inteligência a e aceitação das partes, na prática que José Xavier Mousinho da Silveira ia fazendo na leitura do Desembargo do Paço, onde fora admitido havia algum tempo.


7/1/1807

Nasce em Castelo de Vide João Pedro Afonso Videira Júnior, filho do desembargador João Pedro Afonso Videira e de D. Maria Genoveva Cândida de Sequeira, ambos desta vila. Foi capitão de ordenanças.

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24/6/1807

É promovido a major do Regimento de Infantaria nº 3 o Capitão do 8 de Infantaria de Castelo de Vide António Tavares Maggessi, natural desta vila.

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18/5/1808

Criou-se no Rio de Janeiro o primeiro regimento de cavalaria do exército e é promovido a coronel-chefe do novo regimento o viticastrense Francisco de Paula Maggessi.

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29/6/1808

O juiz de Castelo de Vide participa ao Intendente Geral da Polícia, em Lisboa, que a praça de Marvão fora ocupada pelas tropas espanholas e pelos milicianos do arrojado Joaquim António da Cruz, o que dera voz de revolta contra os franceses em Marvão, e tivera de se refugiar em Valência de Alcântara.

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4/7/1808

O Intendente Geral da Policia, de Lisboa, em resposta a uma carta do Juiz de Castelo de Vide de 29 de Junho, recomenda estejam atentos ao que se passa em Espanha. Mas a 6 os sucessos precipitam se e é aclamado o governo legítimo de Príncipe Regente D. João, com a vinda de tropas e milicianos de Marvão que já varrera o jugo francês.


6/7/1808

Castelo de Vide rebela-se contra o domínio francês, secundando outras terras do Alentejo e de todo o País. Vieram neste dia para a nossa praça de guerra numerosos soldados espanhóis sob o comando do Tenente-Coronel D. Vicente Perez que ficou como governador da Praça.

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6/7/1808

O Alentejo sublevara-se contra a dominação francesa e Marvão fora das primeiras praças a dar o grito de libertação pela voz de Joaquim António da Cruz que se vê obrigado a refugiar-se em Valência de Alcântara, donde volve com tropas e milicianos no dia 25 de Junho a tomar conta da praça.

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7/7/1808

Completa-se o movimento da véspera contra os franceses. Juntam-se à formatura das tropas entradas no dia anterior os oficiais do 8 de Infantaria que aqui estavam por terem pedido a demissão para não irem servir estrangeiros.

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10/7/1808

Depois da cerimónia militar patriótica contra o domínio francês realizada dia 7, houve neste dia formatura de tropas, salvas de artilharia e de fuzilaria e solene “Te Deum” na Igreja da Misericórdia.

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