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Nº de registos : 1311 ( 161 até 181 )
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5/2/1585

O rei Filipe I concede licença à Câmara Municipal para contribuir para as obras de edificação do Convento de São Francisco dos frades franciscanos recoletos. Este convento foi da iniciativa de Gaspar de Matos e de sua mulher, que ofereceram dinheiro e uns terrenos no sítio da Conceição.

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26/11/1585

A Câmara de Castelo de Vide fixa, nesta data, o preço do vinho em 5 réis o quartilho (antiga medida equivalente a 0,35 do litro). Decisão certamente destinada a evitar exagerados preços dum produto de que a região era pobre e de que ainda voltou a ter carência (também por causa da grande epidemia de filoxera).

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11/1/1586

É desta data a provisão régia para o guarda-mor da Torre do Tombo, António de Castilho, passar a Simão Luís, boticário, morador em Castelo de Vide, a carta de seu ofício, em virtude de haver perdido a outra, que lhe fora passada pelo físico Mestre Diogo.

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25/1/1586

A Câmara de Castelo de Vide, possivelmente devido a abusos e especulações exageradas, taxa o preço do azeite em 18 réis o quartilho para os vendedores da terra e 17 réis para os de fora, sob pena de prisão e multa de 1000 réis para os contraventores.

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13/4/1586

A Câmara de Castelo de Vide nomeia Diogo de Borba, da governança da vila, para acompanhar e defender as pendências judiciais que o concelho se via forçado a sustentar contra o donatário de Póvoa e Meadas, António de Moura Teles.

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21/6/1586

Foi eleito o licenciado António de Carvalho, fidalgo, vereador e juiz, para o cargo de Alferes de Bandeira, da festa de São João, em Castelo de Vide, costume antigo, de origem remota e pouco conhecida.

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6/9/1586

É desta data uma disposição da Câmara de Castelo de Vide que introduz modificações na antiga fonte do Martinho. Assim, o chafariz tinha junto um tanque de lavagem e foram ambos mandados circundar de muros, concluídos em 1587.

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17/1/1587

Ocupa-se a Câmara de Castelo de Vide do caso do Convento de São Francisco, em edificação desde 1585, por iniciativa dos beneméritos Gaspar de Matos e sua mulher, Beatriz de Matos, que legaram os seus bens para esta obra.

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21/3/1587

É regulado o costume de os lavradores trazerem no sábado de Aleluia, depois desta aparecer, os seus rebanhos, que entravam todos ao mesmo tempo. Era um lindo espectáculo. Ainda hoje nesse dia muitos compram ou recebem o seu cordeiro para a festa pascal.

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21/3/1587

A pedido do Governador da Praça de Valência de Alcântara, a Câmara de Castelo de Vide resolve punir com dez cruzados de multa e dez dias de cadeia os culpados das devastações do mato e arvoredo, que já atingiam as terras do Carrascal, em Espanha.


22/4/1587

Entra nos cárceres da Inquisição de Évora, onde veio a falecer, Isabel Gomes, cristã-nova, de Castelo de Vide, por crimes de heresia e apostasia. Foi depois condenada "post mortem" na pena de excomunhão e queimada em estátua, e confiscados os bens.


2/2/1588

É lavrado um auto de serventia do caminho para a Fonte da Mealhada, por motivo das obras de edificação do Convento de São Francisco.

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1/5/1588

Requer carta de Familiar do Santo Ofício, que lhe foi concedida, Frei Diogo Dias, prior da Igreja de São João Baptista da vila de Castelo de Vide. Era filho de Matias Dias, de Teixoso, Guarda, e de Violante Coelho, de Castelo de Vide.

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3/10/1588

Neste dia ou no dia 4 (desconhece-se a data exacta), nasce em Castelo de Vide Francisco Morato Roma, o célebre médico da ducal Casa de Bragança e de D. João IV.

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15/5/1590

O Rei D. Filipe I, confirmando, pode dizer-se, a sentença do Cardeal Rei D. Henrique de 1579, manda que os gados dos lavradores não pudessem ser acoimados nas suas terras, nem a Câmara coutar os restolhos ou ervagens delas.

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4/7/1590

É reconhecida a Câmara de Castelo de Vide como Padroeira do mosteiro dos frades recoletos da Ordem de São Francisco conhecido por Convento de São Francisco, firmada por Frei António de Pinharanda, Ministro Provincial da Província dos Algarves.

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12/9/1595

O Juiz de Fora de Castelo de Vide é intimado, por alvará passado em Lisboa nesta data, a tirar devassa em cada ano dos pisoeiros, que estiravam os panos com cardas de ferro e dos trapeiros que o consentem ou mandam fazer.

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22/5/1601

É definitivamente resolvida a escolha que D. Diogo da Silva, Duque de Franqua-Villa, Conde de Salinas e Ribadêo, Senhor de Ferreira, de origem portuguesa, nascido em Espanha, faz de Castelo de Vide para sua residência em Portugal.

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26/10/1601

É nomeado selador dos panos da vila de Castelo de Vide, Pedro Alvares Mergulhão, por falecimento do selador Mateus Tristão. Era lugar de certa importância, visto o valor da indústria dos panos na nossa vila. Esta nomeação era vitalícia, mas tornou-se depois apenas trienal.

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30/10/1604

É nomeado selador dos panos de Castelo de Vide Gaspar Mergulhão. a vaga do lugar dera-se por renúncia de Pedro Álvares Mergulhão, pai do nomeado, que ocupava o cargo desde 26 de Outubro de 1601.

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