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Nº de registos : 1311 ( 241 até 261 )
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5/4/1673

Chega a Castelo de Vide a notícia oficial de que terminara a luta entre Portugal e Espanha que ficou na história com o nome de Guerra da Restauração. O regozijo foi grande. Houve, por determinação da Câmara, três dias de luminárias.

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18/10/1673

Elege a Câmara de Castelo de Vide os procuradores às Cortes, do primeiro de Dezembro desse ano. Eleitos: Dr. Manuel Gil, Lourenço Cardoso, Nicolau de Matos Leitão, António Manso de Abreu e Dr. António Carrilho Bijos.

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17/9/1674

D. Pedro II, ainda Regente do Reino em nome de seu irmão, D. Afonso VI, concede a Castelo de Vide o título de "Notável", pela sua importância, esforço e sacrifício na longa Guerra da Restauração. Poucos anos depois o título passa a “Muito Notável”.

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7/11/1676

É instituída a Confraria de Nossa Senhora da Assunção desta vila.


23/11/1677

Manuel de Matos, filho de Diogo de Matos, de Castelo de Vide, recebe a mercê de 12$000 reis de tença efectiva em um dos almoxarifados do reino para casamento de uma filha, o hábito de São Bento de Avis e um ofício de justiça, por serviços prestados como soldado das companhias de ordenança da vila, entrar em várias campanhas, ser ajudante de ordenança da vila durante mais de nove anos e também pelos distintos serviços que seu sogro, António Gil, prestara.

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12/12/1677

Discutiu a Câmara de Castelo de Vide, por proposta do Procurador do Concelho, a necessidade de adquirir casas para os seus serviços. Resolveu comprar, e não construir.

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12/10/1678

Morre D. Leonor Delicado, casada em primeiras núpcias com António Mousinho Galeano com quem, em 1639, mandara edificar a ermida de Nossa Senhora da Vitória, em Castelo de Vide. Passou a segundas núpcias com o célebre médico Morato Roma, desta vila.

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22/10/1678

A Câmara de Castelo de Vide manda abrir armas reais nas cantarias que estavam já na praça para a construção  dos novos paços do concelho.

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2/11/1680

Morre o Padre João Gomes, de Castelo de Vide, filho de João Frade e de Guiomar Gomes. Entrou para a Companhia de Jesus em 1634 e foi professor nos Colégios de Santo Antão e de São Patrício, em Lisboa, e nos de Braga e Coimbra, onde faleceu.

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31/12/1683

Na quinta do seu amigo D. Francisco de Mascarenhas, em Xabregas, morre Tomé da Silveira do Crato, natural de Portalegre e ascendente de José Xavier Mousinho da Silveira.

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16/8/1684

Alvará que concede licença aos moradores de Castelo de Vide de construírem, do seu bolso, os quartéis para as tropas, que desde 1640 eram penosamente aboletadas pela população, preferindo antes o sacrifício de edificar uns quartéis à sua custa.

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15/12/1684

É desta data a provisão régia mandando se crie o imposto de um real no vinho e nas carnes verdes para a construção dos quartéis da vila de Castelo de Vide.

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30/10/1685

Torna-se extensivo, nesta data, o chamado imposto de "real de água" a outros géneros (carne verde - 2 réis por arrátel; vinho - 4 réis por camada; carne de porco - 1 real por arrátel) para se edificarem os quartéis para as tropas que ocupavam a vila desde 1640 o que se resolvera a pedido dos moradores, e fora autorizado por Alvará de 16 de Agosto de 1684.

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17/7/1688

Morre em Castelo de Vide o Dr. Joaquim Vivas Barba, prior da Igreja de São Tiago Maior, desta Vila, ascendente de Mousinho da Silveira, o reformador que serviu a causa liberal.

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7/1/1690

O rei D. Pedro II faz publicar o importante regimento da indústria dos panos, depois de consultar as Câmaras onde essa indústria existia. Completa, ou melhor, modifica e amplia o regimento do tempo de D. Sebastião.

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24/5/1692

Realiza-se a primeira sessão, nos novos Paços do Concelho, cuja despesa de edificação foi feita à custa dos rendimentos das ervagens das folhas de Figueiró e Melrisso. Em 1702 sofreram obras e acrescentamento. Eram já no local onde os vemos hoje, mas só em 1721 ficaram com o aspecto actual.


20/6/1692

Natural de Castelo de Vide toma posse do bispado de Macau o bispo D. João do Casal. Foi importante e activa a acção deste missionário, que como bispo foi confirmado pelo Papa Alexandre VIII a 10 de Abril de 1690.


26/8/1692

Resolve a Câmara de Castelo de Vide pedir ao Juiz de Fora que resida nos Paços do Concelho afim de cuidar da conservação destes, pois ao tempo estava muito descuidada.

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31/1/1693

São João de Brito, mártir da Igreja e glória de Portugal, em cuja ascendência há castelovidenses de boa linhagem, chega a Urgur, na Índia, depois de ter estado em Portugal, onde o Rei D. Pedro II que muito venerara as suas virtudes de missionário, tudo fez para o reter, desejando confiar-lhe a educação dos filhos, o príncipe D. João, que viria a reinar sob o nome de D. João V, e o infante D. Francisco.

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4/2/1693

Foi morto pelos indígenas na cidade de Urgur, Missão de Maduré, no reino de Maravá, na Índia, entre suplícios, em que se mostrou verdadeiramente santo, São João de Brito, cuja vida de missionário tinha sido exemplaríssima. Foi beatificado em 1852 e canonizado em 1947.

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