Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

O Rei D. João III, por alvará desta data, manda a Gabriel de Almeida que, pelo dinheiro que do ano anterior havia de receber das rendas da cidade de Lisboa, desse a Duarte de Melo, filho de João de Melo, a quantia de 200.000 reis, que este teria de haver por virtude de um alvará, enquanto não fosse provido de uma comenda que rendesse tanto como a Igreja de Santa Maria, de Castelo de Vide, da qual se fizera mercê a Diogo da Silveira e cujo rendimento era de 200.000 reais.


