Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

É desta data uma carta dos vereadores de Castelo de Vide a El-Rei D. Manuel, pedindo a confirmação do cargo de partidor dos órfãos para Vasco Pires Barba.
A Câmara de Castelo de Vide cria os lugares de guardas rurais a fim de evitar as entradas de gados nas propriedades alheias. Eram em número de 12 os guardas eleitos anualmente pela Câmara, ficando pertencendo a esta metade das coimas e para os guardas a outra metade.
Realiza-se a eleição para a mesa da Confraria do Santíssimo Sacramento da Matriz da vila de Castelo de Vide, que ficou composta do seguinte modo: reitor, Teotónio Pedro Mousinho Galiano; escrivão, João Baptista de Carvalho; e tesoureiro, João Bernardo Nogueira.
Neste dia, sexta-feira, celebrou-se na Igreja da Senhora dos Remédios, a festa da Purificação de Nossa Senhora. Foi pregador o Padre Severino Dinis Porto, tendo tomado parte na festividade a Banda Dr. Frederico Laranjo.


