Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

O Rei D. Manuel I confirma, por carta régia desta data, o honroso privilégio, que Castelo de Vide possuía, de ser vila realenga, além de outros.
Nas cortes que se reuniram em Lisboa para juramento do Príncipe D. Filipe, como herdeiro de seu pai o rei D. Filipe I, de Portugal, segundo do nome em Castela, estiveram presentes, como procuradores de Castelo de Vide, António de Torres Manso e Fernão Vaz Vidal, cavaleiros fidalgos da Casa Real.
Por alvará desta data é feita a mercê a Mateus Caldeira Castelo Branco do ofício de meirinho em Castelo de Vide.


