Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

É desta data a carta régia de confirmação da licença, que a Câmara de Castelo de Vide dera a Gregório Dias Roxo, para passar a seu genro, Vitorino de Bastos Pimenta, a propriedade do ofício de juiz dos Órfãos da Vila.
Por provisão do Príncipe Regente D. João é autorizado o Padre Vicente Xavier Magro Roxo, Vigário de Santa Maria da Devesa, Matriz de Castelo de Vide, a fazer doação de 6000 cruzados à Confraria do Santíssimo Sacramento erecta naquela Matriz, com a obrigação de com os seus juros "se paramentar a Capela pública de São Vicente, extramuros da referida Vila, e se mandar ali dizer missa aos Domingos, e dias Santos, para comodidade de todos os quinteiros que residissem nos arrabaldes ...".
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