Apresentação


Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

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Apresentação


EFEMÉRIDES
16/6/1871

Frei José Godinho Juzarte de Sequeira Sameiro, administrador, nomeado por seu irmão João Diogo, para o Asilo de Nossa Senhora da Esperança, que instituira em Castelo de Vide, dá procuração ao seu feitor João Diogo Coelho para tratar da venda dos bens imóveis do Asilo, para regularização de cláusulas testamentárias do fundador.


16/6/1910

Por decreto desta data, são considerados monumentos nacionais em Castelo de Vide o Castelo, monumento militar, as antas do Melriço, dos Pombais, da Fonte do Mouratão, da Coutada do Alcogulo, dos Coureleiros, da Casa das Galhardas, das Tapadas de Pedro Álvares, da Várzia dos Mourões e da Nave do Grou.


16/6/1933

Com autorização da Câmara Municipal de Castelo de Vide, o Sindicato Agrícola do concelho passa a usar no seu selo branco o brasão do município.


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16/6/1933

A Câmara de Castelo de Vide delega no seu Vice-Presidente, Alfredo Le Cocq, a outorga no contrato de compra do edifício onde estavam as Escolas, conhecido pelas "Casas Amarelas", que fica na Rua Sequeira Sameiro e era da família Barros Castelo Branco.


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16/6/1963

Visita Castelo de Vide o Presidente da República, Almirante Américo Tomás, acompanhado de sua mulher, para colocar duas palmas de bronze nas sepulturas das duas crianças vítimas da explosão ocorrida na torre da Câmara desta vila, em 31 de Maio de 1963.


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