Apresentação
Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

EFEMÉRIDES
7/9/1627
D. Filipe III ordena que o número de irmãos da Confraria da Misericórdia de Castelo de Vide não exceda 150. O motivo veio do pedido do Provedor, António Rodrigues Mouzinho, para impedir o desmedido aumento e fossem só pessoas com as qualidades precisas.
D. Filipe III ordena que o número de irmãos da Confraria da Misericórdia de Castelo de Vide não exceda 150. O motivo veio do pedido do Provedor, António Rodrigues Mouzinho, para impedir o desmedido aumento e fossem só pessoas com as qualidades precisas.
7/9/1755
Diogo de Barros Castelo Branco de Matos, irmão de Mariana Eugénia de Mendonça Furtado que edificava um convento no castelo, apresenta à Câmara de Castelo de Vide a carta que lhe enviara o Governador das Armas da Província do Alentejo, embargando as obras.
Diogo de Barros Castelo Branco de Matos, irmão de Mariana Eugénia de Mendonça Furtado que edificava um convento no castelo, apresenta à Câmara de Castelo de Vide a carta que lhe enviara o Governador das Armas da Província do Alentejo, embargando as obras.
7/9/1838
Filho de Joaquim Carrilho Faustino e de Joana Ruivo Godinho, nasce neste dia em Póvoa e Meadas o Dr. José Domingos Ruivo Godinho. Em 1866 publicou o opúsculo "A Questão de Póvoa e Meadas", numa edição da Imprensa da Universidade de Coimbra.
Filho de Joaquim Carrilho Faustino e de Joana Ruivo Godinho, nasce neste dia em Póvoa e Meadas o Dr. José Domingos Ruivo Godinho. Em 1866 publicou o opúsculo "A Questão de Póvoa e Meadas", numa edição da Imprensa da Universidade de Coimbra.
7/9/1902
Deu-se a celebrada reunião dos accionistas do teatro, concluído em 1900, denominado Mousinho da Silveira. Foi um mundo de malquerenças essa reunião, e por razões vistas hoje à luz fria do raciocínio, absolutamente de "lana-caprina".
Deu-se a celebrada reunião dos accionistas do teatro, concluído em 1900, denominado Mousinho da Silveira. Foi um mundo de malquerenças essa reunião, e por razões vistas hoje à luz fria do raciocínio, absolutamente de "lana-caprina".


