Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

O poeta António Dinis da Cruz e Silva, ao tempo juiz de fora em Castelo de Vide, compõe nesta vila o consagrado soneto ao casamento da Princesa do Brasil com seu tio, o Infante D. Pedro. Vieram a ser a Rainha D. Maria I e o Rei D. Pedro III.
É inaugurado em Castelo de Vide o actual cemitério da vila, nos terrenos anexos à igreja de Nossa Senhora dos Remédios, que lhe ficou servindo de capela. O cemitério situava-se anteriormente na cerca do Convento de São Francisco, e cuja igreja era a do próprio Convento. Poucos anos aí esteve nesse sítio, conhecido por Pangaio.


