Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

Por alvará desta data se torna efectiva a pretensão apresentada pelos procuradores do Concelho às Cortes de Tomar, para que fosse reprimida a devastação nos matos, porque se perdiam assim as melhores rendas do município.
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Foi concedida a carta de Familiar do Santo Ofício a Afonso Dias Bordalo, natural de Castelo de Vide, filho de Manuel Dias Bordalo e de Violante Pires, ambos desta vila. Era neto paterno de Manuel Dias e de Isabel Mendes, ambos também de Castelo de Vide, e neto materno de Afonso Dias e de Isabel Dias, naturais de Alpalhão.
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Por decreto desta data são aprovados os estatutos do Asilo para Cegos de Nossa Senhora da Esperança, de Castelo de Vide, fundado pelo benemérito castelovidense ilustre João Diogo Juzarte de Sequeira Sameiro.
Continuam com sucesso em Castelo de Vide os espectáculos apresentados pelo "Salão Cynematográphico", com o magnífico aparelho "Gaumont".
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