Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

Mousinho da Silveira presta juramento como deputado no primeiro parlamento depois da outorga da Carta Constitucional (de 29 de Abril de 1826).
É extinto o Concelho de Póvoa e Meadas e anexado ao de Castelo de Vide, que fica assim com quatro freguesias: Santa Maria da Devesa, São João Baptista, Santiago Maior e Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas.
Por alvará assinado pelo Governador do Distrito, são convocados os irmãos de todos os estabelecimentos pios do Concelho, então administrados por comissões nomeadas por aquele Governo Civil, a fim de procederem à eleição das respectivas mesas, de conformidade com os seus próprios estatutos.
Reaparece o periódico local “O Povo” que suspendera a sua segunda série a 16 de Dezembro de 1918. Dirige-o nesta terceira fase Eduardo de Alegria Ramos Gazalho.


