Ao editarmos este portal, "Fonte da Vila, Castelo de Vide - História e Património" aceitámos a responsabilidade de fixar, no passado e no presente, não só a força magnetizante da paisagem urbana e rural do Concelho, como o seu património material e imaterial, consubstanciando-se o primeiro nas suas edificações (civis, religiosas e militares) e instituições, o segundo nas obras e actividades das suas gentes, entre outras no Teatro, na Música, na Pintura, na Literatura, na Poesia, na Ciência, incluindo as tradições, os seus vestígios e reflexos actuais.

O rei autoriza a Câmara de Castelo de Vide a aplicar a quantia de 200$000 réis, que costumava emprestar aos marchantes para fornecimento de carnes verdes à vila, na compra de casas que substituíssem as da Câmara, que arderam em 1651, quando da aposentadoria dada ao ilustre cabo de guerra, D. Sancho Manuel, empenhado então na luta contra os espanhóis.
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Por testamento desta data, Sebastião Fernandes Ramillo e sua mulher Ana Vaz Barba instituem a Capela de Santo António da Ribeira, extra muros da vila, que ficou a ser administrada pela Confraria do Santíssimo Sacramento da Matriz, com o encargo de meio anal de missas, pela esmola de vinte e cinco reis.


